A economia da serendipidade: O inesperado no centro com Moogle Gaps
Uma nova proposta digital está provocando o senso comum da navegação: e se, em vez de eficiência, o objetivo fosse se perder?
Criado pelos ex-criativos da Droga5, Paul Meates e Henry Kimber, o Moogle Gaps surge como um “anti-Waze”.
A lógica é simples, o usuário insere um destino como faria em qualquer app, mas o resultado rompe com a previsibilidade: rotas erradas de propósito, bares desconhecidos e restaurantes aleatórios entram no caminho. 
A proposta vai além da brincadeira. Ao sugerir “random eats” ou “mystery bars”, o aplicativo convida o viajante a sair da bolha algorítmica que domina o consumo atual e incentiva descobertas fora do radar.
Durante anos, plataformas digitais prometeram jornadas sem atrito: rotas mais rápidas, escolhas otimizadas, decisões baseadas em dados. Mas essa lógica também reduziu o espaço para o inesperado. Iniciativas como o Moogle Gaps resgatam o valor da serendipidade.