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	<item>
		<title>Quando a IA escolhe pelo hóspede: o que muda para o site do hotel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 02:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Até pouco tempo atrás, o caminho do viajante era conhecido: ele pesquisava no Google, visitava vários sites, comparava e só então reservava. O site do hotel tinha que fazer tudo isso: atrair, convencer e vender. Esse caminho está mudando. Cada vez mais, o viajante pergunta direto a uma ferramenta de inteligência artificial, como o ChatGPT ou o Gemini, onde deve se hospedar. A IA pesquisa, compara e devolve uma lista curta de sugestões. Quando o viajante chega ao site do hotel, a escolha já está quase feita. Ele só quer confirmar. Foi o que a Hospitality Net destacou na edição de 11 de setembro, e dois números mostram por que isso importa: Só 6% dos hotéis aparecem com frequência nas respostas da IA. Os outros 94% correm o risco de nem entrar na lista do viajante. 82% das informações que a IA usa para recomendar hotéis vêm de OTAs e da imprensa, e não do site do próprio hotel. Ou seja, o que as agências online e a mídia dizem sobre o hotel pesa mais na recomendação do que o que o hotel diz sobre si mesmo. Segundo a publicação, os hotéis independentes saem em desvantagem nessa disputa com as OTAs e as grandes redes. E o setor ainda está se preparando. Um estudo da h2c com 113 redes hoteleiras, citado pela Hospitality Net em 1º de outubro, mostra que 91% já usam IA, mas só 28% têm uma estratégia clara para isso. Que aprendizado tiramos disso? Para quem faz a gestão de um hotel, a mensagem é prática: O site vira o lugar da confirmação. Ele precisa ser claro e rápido, com fotos fiéis, informações fáceis de achar e o preço total igual ao que o viajante já viu nas OTAs. Uma diferença de preço nessa hora quebra a confiança e pode custar a reserva. O que se diz do hotel fora do site conta tanto quanto o site. Manter informações atualizadas e coerentes nas OTAs e em outros canais passa a fazer parte da estratégia de vendas. Cuidado com promessas fáceis. A Hospitality Net alerta para agências que vendem “visibilidade em IA” e mostram como resultado apenas prints de tela. O que vale é conseguir ligar a presença na IA às reservas que de fato chegam. &#160; Fonte: Hospitality Net, 11 de setembro de 2026 &#124; Hospitality Net, 1º de outubro de 2026 Foto de Igor Omilaev na Unsplash]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 3 []">Até pouco tempo atrás, o caminho do viajante era conhecido: ele pesquisava no Google, visitava vários sites, comparava e só então reservava. O site do hotel tinha que fazer tudo isso: atrair, convencer e vender.</p>
<p>Esse caminho está mudando. Cada vez mais, o viajante pergunta direto a uma ferramenta de inteligência artificial, como o ChatGPT ou o Gemini, onde deve se hospedar. A IA pesquisa, compara e devolve uma lista curta de sugestões. Quando o viajante chega ao site do hotel, a escolha já está quase feita. Ele só quer confirmar.</p>
<p>Foi o que a Hospitality Net destacou na edição de 11 de setembro, e dois números mostram por que isso importa:</p>
<ul>
<li><strong>Só 6% dos hotéis aparecem com frequência nas respostas da IA.</strong> Os outros 94% correm o risco de nem entrar na lista do viajante.</li>
<li><strong>82% das informações que a IA usa para recomendar hotéis vêm de OTAs e da imprensa</strong>, e não do site do próprio hotel.</li>
</ul>
<p>Ou seja, o que as agências online e a mídia dizem sobre o hotel pesa mais na recomendação do que o que o hotel diz sobre si mesmo. Segundo a publicação, os hotéis independentes saem em desvantagem nessa disputa com as OTAs e as grandes redes.</p>
<p>E o setor ainda está se preparando. Um estudo da h2c com 113 redes hoteleiras, citado pela Hospitality Net em 1º de outubro, mostra que 91% já usam IA, mas só 28% têm uma estratégia clara para isso.</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>Para quem faz a gestão de um hotel, a mensagem é prática:</p>
<ul>
<li><strong>O site vira o lugar da confirmação.</strong> Ele precisa ser claro e rápido, com fotos fiéis, informações fáceis de achar e o preço total igual ao que o viajante já viu nas OTAs. Uma diferença de preço nessa hora quebra a confiança e pode custar a reserva.</li>
<li><strong>O que se diz do hotel fora do site conta tanto quanto o site.</strong> Manter informações atualizadas e coerentes nas OTAs e em outros canais passa a fazer parte da estratégia de vendas.</li>
<li><strong>Cuidado com promessas fáceis.</strong> A Hospitality Net alerta para agências que vendem “visibilidade em IA” e mostram como resultado apenas prints de tela. O que vale é conseguir ligar a presença na IA às reservas que de fato chegam.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.hospitalitynet.org/editorial/4134342/your-hotel-website-is-now-a-verification-tool-not-a-discovery-tool-only-6-of-hotels-appear-consistently-in-ai-results-ai-is-deskilling-junior-sales-leaders" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Hospitality Net, 11 de setembro de 2026</a> | <a href="https://www.hospitalitynet.org/newsletter" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Hospitality Net, 1º de outubro de 2026</a></p>
<p>Foto de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@omilaev?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Igor Omilaev</a> na <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/um-chip-de-computador-com-a-letra-a-em-cima-dele-eGGFZ5X2LnA?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Unsplash</a></p>
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		<title>Trabalho ou lazer? O novo Crowne Plaza de Nova York foi pensado para os dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:15:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mesma pessoa que chega para uma reunião pode querer ver um musical da Broadway à noite e esticar a estada no fim de semana. O novo flagship da Crowne Plaza, marca da IHG, em Nova York, foi desenhado a partir dessa mistura. Anunciado em setembro de 2026, o Crowne Plaza Manhattan Times Square ocupa um prédio de 22 andares a poucos passos do Rockefeller Center. São 685 quartos com vista para a cidade, além do Manhattan Level, nos andares mais altos, com suítes amplas, e da Broadway Suite, uma cobertura com terraço no 22º andar. O projeto segue a filosofia de design “New Modern” da marca, com arte de inspiração local e murais em grande escala do artista Tiago Magro, brasileiro radicado em Atlanta. &#160; Os espaços mostram como o hotel atende diferentes momentos do mesmo hóspede: • Fifty-First Street Social: bar e restaurante que funciona o dia todo, com várias TVs de tela grande; • 24/7 Marketplace: opções de grab-and-go e itens essenciais de viagem, a qualquer hora; • Plaza Workspace: um espaço social com tecnologia no lobby, para reuniões informais ou trabalho concentrado; • The Studio: sala mais reservada para colaboração, perto do lobby; • espaços flexíveis de reuniões e eventos, com um concierge dedicado. A programação completa a proposta: as Weekly Socials, experiências de comida e bebida, reúnem viajantes e moradores da cidade, e os Daily Rituals oferecem atividades de bem-estar pela manhã e recomendações para dormir melhor à noite. Segundo a IHG, cada detalhe foi pensado para as necessidades do viajante atual, que mistura trabalho e lazer na mesma viagem. A Crowne Plaza tem hoje mais de 400 hotéis no mundo e quase 150 em desenvolvimento. &#160; Que aprendizado tiramos disso? A divisão tradicional entre viagem corporativa e viagem de lazer perde força quando o mesmo hóspede vive as duas coisas no mesmo dia. O hotel passa a ser desenhado para jornadas híbridas e usos múltiplos: o lobby que vira escritório, o bar que vira ponto de encontro com a cidade, a rotina de bem-estar que acompanha uma agenda cheia. Na prática, a pergunta deixa de ser “qual é o meu público?” e passa a ser “que momentos esse hóspede vai viver aqui dentro?”. Fonte: IHG]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mesma pessoa que chega para uma reunião pode querer ver um musical da Broadway à noite e esticar a estada no fim de semana. O novo flagship da Crowne Plaza, marca da IHG, em Nova York, foi desenhado a partir dessa mistura.</p>
<p>Anunciado em setembro de 2026, o Crowne Plaza Manhattan Times Square ocupa um prédio de 22 andares a poucos passos do Rockefeller Center. São 685 quartos com vista para a cidade, além do Manhattan Level, nos andares mais altos, com suítes amplas, e da Broadway Suite, uma cobertura com terraço no 22º andar. O projeto segue a filosofia de design “New Modern” da marca, com arte de inspiração local e murais em grande escala do artista Tiago Magro, brasileiro radicado em Atlanta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os espaços mostram como o hotel atende diferentes momentos do mesmo hóspede:</p>
<p><strong>• Fifty-First Street Social:</strong> bar e restaurante que funciona o dia todo, com várias TVs de tela grande;<br />
<strong>• 24/7 Marketplace:</strong> opções de grab-and-go e itens essenciais de viagem, a qualquer hora;<br />
<strong>• Plaza Workspace:</strong> um espaço social com tecnologia no lobby, para reuniões informais ou trabalho concentrado;<br />
<strong>• The Studio:</strong> sala mais reservada para colaboração, perto do lobby;<br />
• espaços flexíveis de reuniões e eventos, com um concierge dedicado.<br />
A programação completa a proposta: as Weekly Socials, experiências de comida e bebida, reúnem viajantes e moradores da cidade, e os Daily Rituals oferecem atividades de bem-estar pela manhã e recomendações para dormir melhor à noite. Segundo a IHG, cada detalhe foi pensado para as necessidades do viajante atual, que mistura trabalho e lazer na mesma viagem. A Crowne Plaza tem hoje mais de 400 hotéis no mundo e quase 150 em desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
A divisão tradicional entre viagem corporativa e viagem de lazer perde força quando o mesmo hóspede vive as duas coisas no mesmo dia. O hotel passa a ser desenhado para jornadas híbridas e usos múltiplos: o lobby que vira escritório, o bar que vira ponto de encontro com a cidade, a rotina de bem-estar que acompanha uma agenda cheia. Na prática, a pergunta deixa de ser “qual é o meu público?” e passa a ser “que momentos esse hóspede vai viver aqui dentro?”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39924 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ny-king-bed.jpg" alt="" width="700" height="394" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39925 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ny-lobby.jpg" alt="" width="700" height="394" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-39926 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ny-restaurant.jpg" alt="" width="700" height="394" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.ihgplc.com/en/news-and-media/news-releases/2026/crowne-plaza-by-ihg-debuts-new-flagship-property-in-the-heart-of-new-york-city" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">IHG</a></p>
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		<title>Econômico e bem localizado: a Hilton leva a Spark para cidades do Reino Unido</title>
		<link>https://disque9.com.br/economico-e-bem-localizado-a-hilton-leva-a-spark-para-cidades-do-reino-unido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em hotel econômico, a primeira palavra que vem à cabeça costuma ser preço. O novo movimento da Hilton no Reino Unido mostra que localização e conveniência podem pesar tanto quanto. A rede anunciou dez novos hotéis da Spark by Hilton, sua marca de proposta econômica, lançada em 2023 e que já soma mais de 275 hotéis no mundo, com outros 200 em desenvolvimento. São 672 quartos ao todo e uma unidade de 53 quartos em Dunfermline, na Escócia, está prevista para o fim de 2026. A lista diz muito sobre a estratégia. Em vez de grandes capitais turísticas, os hotéis ficam em cidades médias e serão instalados perto de estações de trem, estádios, rodovias e atrações. O grupo AG Hotels assinou o acordo para ser dono e operador das dez unidades. “A Spark continua ganhando força”, afirmou Paul Blackmore, vice-presidente de desenvolvimento da Hilton para Reino Unido e Irlanda, destacando os quase 700 quartos em planejamento e o primeiro hotel da marca no País de Gales. Que aprendizado tiramos disso? O hotel econômico não precisa ser pensado apenas como o produto mais barato do mercado. Ele pode ser uma solução de conveniência: estar exatamente onde o viajante precisa, perto da estação, do estádio ou da estrada, em cidades que muitas vezes ficam fora do radar das grandes marcas. Para quem planeja ou opera hospedagem, a pergunta vai além de quanto cobrar. Ela passa por onde estar e que necessidade resolver para quem passa por ali. Fonte: The Sun]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em hotel econômico, a primeira palavra que vem à cabeça costuma ser preço. O novo movimento da Hilton no Reino Unido mostra que localização e conveniência podem pesar tanto quanto.<br />
A rede anunciou dez novos hotéis da Spark by Hilton, sua marca de proposta econômica, lançada em 2023 e que já soma mais de 275 hotéis no mundo, com outros 200 em desenvolvimento. São 672 quartos ao todo e uma unidade de 53 quartos em Dunfermline, na Escócia, está prevista para o fim de 2026.<br />
A lista diz muito sobre a estratégia. Em vez de grandes capitais turísticas, os hotéis ficam em cidades médias e serão instalados perto de estações de trem, estádios, rodovias e atrações. O grupo AG Hotels assinou o acordo para ser dono e operador das dez unidades. “A Spark continua ganhando força”, afirmou Paul Blackmore, vice-presidente de desenvolvimento da Hilton para Reino Unido e Irlanda, destacando os quase 700 quartos em planejamento e o primeiro hotel da marca no País de Gales.<br />
<strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
O hotel econômico não precisa ser pensado apenas como o produto mais barato do mercado. Ele pode ser uma solução de conveniência: estar exatamente onde o viajante precisa, perto da estação, do estádio ou da estrada, em cidades que muitas vezes ficam fora do radar das grandes marcas. Para quem planeja ou opera hospedagem, a pergunta vai além de quanto cobrar. Ela passa por onde estar e que necessidade resolver para quem passa por ali.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39920 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/830075442.jpg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.thesun.ie/travel/17623736/hilton-unveils-economy-hotels-uk-coming-hometown/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">The Sun</a></p>
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		<item>
		<title>Quando o sentimento vira experiência: case da perfumaria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 15:49:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como seria o cheiro da saudade? E o da garra? Para celebrar o Dia do Perfumista, em 21 de setembro, O Boticário decidiu responder a essas perguntas e, para isso, reuniu profissionais de cinco casas de fragrância que competem entre si no mercado global. O projeto se chama Box do Sentir e transforma cinco emoções associadas à cultura brasileira em fragrâncias autorais. Otimismo ficou com Yann Vasnier, da Givaudan. Euforia, com Natasha Côté-Mouzannar, da IFF. Garra, com Leslie Gauthier, da Symrise. Amor, com Véronique Nyberg, da MANE. E saudade, com Honorine Blanc, da dsm-firmenich. A coordenação foi de César Veiga, perfumista do Grupo Boticário. Todos os cinco têm ligação pessoal com o Brasil, seja por terem morado aqui, seja pelas paisagens, pela vegetação ou pela gastronomia que levam como referência. O processo inverteu a lógica habitual. Em vez de observar quais sentimentos uma fragrância desperta, cada perfumista recebeu uma emoção como ponto de partida. Foram cerca de dez meses de trabalho: mais de 6 mil consumidores participaram da pesquisa inicial que definiu os territórios emocionais, e as fragrâncias passaram por etapas de refinamento e testes ligados à neurociência. Os perfumes não serão vendidos, ao menos por enquanto. Os kits ficam disponíveis para resgate por clientes nível Ouro do Beautybox, programa de fidelidade da marca e também aparecem em experiências para convidados. Segundo a marca, a ideia é ampliar o conhecimento do público sobre o processo de criação da perfumaria e aproximá-lo da arte para além da fragrância em si. Que aprendizado tiramos disso? O caso não é de turismo nem de hotelaria, mas inspira. Muitas marcas falam em emoção nas campanhas; aqui, ela virou algo que se pode sentir. Para a hospitalidade, a referência vale em duas frentes. A primeira é partir da emoção que se quer provocar e desenhar a experiência sensorial a partir dela, seja um aroma, um prato ou um ambiente. A segunda é olhar para parcerias com menos receio: se até concorrentes diretos criaram juntos, que colaborações improváveis poderiam dar forma à experiência da sua marca? E, como fez O Boticário, essas criações podem ser um presente para os clientes mais fiéis. Fonte: Meio &#38; Mensagem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como seria o cheiro da saudade? E o da garra? Para celebrar o Dia do Perfumista, em 21 de setembro, O Boticário decidiu responder a essas perguntas e, para isso, reuniu profissionais de cinco casas de fragrância que competem entre si no mercado global.<br />
O projeto se chama Box do Sentir e transforma cinco emoções associadas à cultura brasileira em fragrâncias autorais. Otimismo ficou com Yann Vasnier, da Givaudan. Euforia, com Natasha Côté-Mouzannar, da IFF. Garra, com Leslie Gauthier, da Symrise. Amor, com Véronique Nyberg, da MANE. E saudade, com Honorine Blanc, da dsm-firmenich. A coordenação foi de César Veiga, perfumista do Grupo Boticário. Todos os cinco têm ligação pessoal com o Brasil, seja por terem morado aqui, seja pelas paisagens, pela vegetação ou pela gastronomia que levam como referência.<br />
O processo inverteu a lógica habitual. Em vez de observar quais sentimentos uma fragrância desperta, cada perfumista recebeu uma emoção como ponto de partida. Foram cerca de dez meses de trabalho: mais de 6 mil consumidores participaram da pesquisa inicial que definiu os territórios emocionais, e as fragrâncias passaram por etapas de refinamento e testes ligados à neurociência.<br />
Os perfumes não serão vendidos, ao menos por enquanto. Os kits ficam disponíveis para resgate por clientes nível Ouro do Beautybox, programa de fidelidade da marca e também aparecem em experiências para convidados. Segundo a marca, a ideia é ampliar o conhecimento do público sobre o processo de criação da perfumaria e aproximá-lo da arte para além da fragrância em si.<br />
<strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
O caso não é de turismo nem de hotelaria, mas inspira. Muitas marcas falam em emoção nas campanhas; aqui, ela virou algo que se pode sentir. Para a hospitalidade, a referência vale em duas frentes. A primeira é partir da emoção que se quer provocar e desenhar a experiência sensorial a partir dela, seja um aroma, um prato ou um ambiente. A segunda é olhar para parcerias com menos receio: se até concorrentes diretos criaram juntos, que colaborações improváveis poderiam dar forma à experiência da sua marca? E, como fez O Boticário, essas criações podem ser um presente para os clientes mais fiéis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39916 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/box-do-sentir.png" alt="" width="700" height="391" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.meioemensagem.com.br/marketing/o-boticario-reune-casas-concorrentes-em-linha-de-perfumes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Meio &amp; Mensagem</a></p>
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		<title>Da dica à chave na mão: hotéis em Portugal oferecem MOKEs elétricos para explorar a cidade</title>
		<link>https://disque9.com.br/da-dica-a-chave-na-mao-hoteis-em-portugal-oferecem-mokes-eletricos-para-explorar-a-cidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 15:26:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitos hotéis indicam o que fazer no destino. A Bomporto Hotels decidiu oferecer também o meio para chegar lá. O grupo hoteleiro português disponibiliza MOKEs 100% elétricos aos hóspedes, em parceria com a fabricante britânica MOKE International. É a primeira parceria do tipo com um hotel em Portugal. Os carros estão em três hotéis do grupo que fazem parte da Small Luxury Hotels of the World: o Lumiares Hotel &#38; Spa e o Vintage Hotel &#38; Spa, em Lisboa, e o The Rebello, em Vila Nova de Gaia, no Porto. &#160; A reserva é feita pelo app da Bomporto ou com a equipe de guest relations, e o serviço também é aberto ao público. O aluguel custa €50 por hora ou €225 por dia, com 20% de desconto para hóspedes até julho de 2027. Os hotéis sugerem roteiros: em Lisboa, pela margem do rio até Belém ou pela costa rumo a Cascais e ao Guincho; no Porto, pela beira do Douro, pela Foz e por Matosinhos. Também dá para combinar experiências sob medida, como piqueniques. &#160; O MOKE foi criado no início dos anos 1960 por Sir Alec Issigonis, o mesmo designer do Mini. A versão elétrica atual é projetada e feita à mão em Northamptonshire, na Inglaterra. Para Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels, a melhor forma de conhecer um lugar tem a ver com “a liberdade de se perder um pouco, de parar quando algo chama a atenção”. Robin Kennedy, cofundador da MOKE International, completa: viajantes de luxo procuram experiências “que pareçam pessoais, e não prescritas”. &#160; Que aprendizado tiramos disso? O papel do hotel no destino pode ir além da recomendação. Quando oferece a infraestrutura para o hóspede explorar sozinho, com sugestões de rota mas sem roteiro fechado, o hotel entrega autonomia, e a descoberta passa a ser do viajante. Vale pensar: que meio, seja um veículo, um equipamento ou um kit, poderia transformar as dicas da recepção em uma exploração feita do jeito de cada hóspede? &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos hotéis indicam o que fazer no destino. A Bomporto Hotels decidiu oferecer também o meio para chegar lá. O grupo hoteleiro português disponibiliza MOKEs 100% elétricos aos hóspedes, em parceria com a fabricante britânica MOKE International. É a primeira parceria do tipo com um hotel em Portugal. Os carros estão em três hotéis do grupo que fazem parte da Small Luxury Hotels of the World: o Lumiares Hotel &amp; Spa e o Vintage Hotel &amp; Spa, em Lisboa, e o The Rebello, em Vila Nova de Gaia, no Porto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A reserva é feita pelo app da Bomporto ou com a equipe de guest relations, e o serviço também é aberto ao público. O aluguel custa €50 por hora ou €225 por dia, com 20% de desconto para hóspedes até julho de 2027. Os hotéis sugerem roteiros: em Lisboa, pela margem do rio até Belém ou pela costa rumo a Cascais e ao Guincho; no Porto, pela beira do Douro, pela Foz e por Matosinhos. Também dá para combinar experiências sob medida, como piqueniques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O MOKE foi criado no início dos anos 1960 por Sir Alec Issigonis, o mesmo designer do Mini. A versão elétrica atual é projetada e feita à mão em Northamptonshire, na Inglaterra. Para Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels, a melhor forma de conhecer um lugar tem a ver com “a liberdade de se perder um pouco, de parar quando algo chama a atenção”. Robin Kennedy, cofundador da MOKE International, completa: viajantes de luxo procuram experiências “que pareçam pessoais, e não prescritas”.</p>
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<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
O papel do hotel no destino pode ir além da recomendação. Quando oferece a infraestrutura para o hóspede explorar sozinho, com sugestões de rota mas sem roteiro fechado, o hotel entrega autonomia, e a descoberta passa a ser do viajante. Vale pensar: que meio, seja um veículo, um equipamento ou um kit, poderia transformar as dicas da recepção em uma exploração feita do jeito de cada hóspede?</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39906 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0669-MOKE-TheRebelloPorto@lids_harper-for-@parcferme.co_-1536x1024-700x467-1.jpg" alt="" width="700" height="467" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39907 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/9144-MOKE-TheVintage_Lifestyle-@lids_harper-for-@parcferme.co_-1152x1536-700x933-1.jpg" alt="" width="700" height="933" /></p>
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		<title>Mahjong às segundas: quando o jogo tradicional vira programa social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 15:15:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma mesa reservada, um jogo tradicional asiático, uma tigela de noodles e um drinque. Foi assim que o Canton Blue, restaurante do The Peninsula London, transformou o mahjong em programa fixo da semana. O restaurante criou um Mahjong Club como parte das celebrações do Festival do Meio do Outono. Desde 14 de setembro, toda segunda-feira, das 12h às 21h, o Tea Lounge recebe as Mahjong Mondays. A reserva custa £30 por pessoa e inclui o uso exclusivo de uma mesa, uma tigela de noodles puxados à mão e um martini de gin de damasco com baijiu amarelo. Também dá para aparecer sem reserva, conforme a disponibilidade. Quem nunca jogou não fica de fora: há professores particulares para grupos de quatro pessoas, a partir de £100 por pessoa, com reserva de uma semana de antecedência. Até as peças contam uma história: os conjuntos foram criados pelo ateliê de marcenaria de Hong Kong Start From Zero, em parceria com a Cathay Pacific, com madeira reciclada, peças verde-jade e detalhes inspirados na aviação. A programação do festival vai além do jogo. Durante setembro, o restaurante oferece um almoço de três tempos por £48, com dim sum, prato principal, sorbet de manga e mooncakes caseiros, além de aulas de preparo de mooncake com a chef Ling Ling. E a ideia não ficou restrita a Londres: o Casa Velas, em Puerto Vallarta, no México, lançou em outubro as sessões Bubbles and Bams, que combinam partidas de mahjong com espumantes mexicanos e drinques às terças e quintas à noite. Que aprendizado tiramos disso? Jogos tradicionais não precisam ficar no papel de elemento folclórico ou decorativo. Com horário fixo, mesa própria, gastronomia pensada para acompanhar e alguém para ensinar, eles viram motivo de encontro, abertos tanto a iniciantes quanto a quem já joga há anos. A cultura deixa de ser algo para olhar e passa a ser algo para viver junto, à mesa. Vale perguntar: que jogo, ritual ou tradição do seu destino poderia ganhar uma mesa, um cardápio e um dia da semana? &#160; Fonte: The Peninsula London &#124; Globetrender]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mesa reservada, um jogo tradicional asiático, uma tigela de noodles e um drinque. Foi assim que o Canton Blue, restaurante do The Peninsula London, transformou o mahjong em programa fixo da semana.<br />
O restaurante criou um Mahjong Club como parte das celebrações do Festival do Meio do Outono. Desde 14 de setembro, toda segunda-feira, das 12h às 21h, o Tea Lounge recebe as Mahjong Mondays. A reserva custa £30 por pessoa e inclui o uso exclusivo de uma mesa, uma tigela de noodles puxados à mão e um martini de gin de damasco com baijiu amarelo. Também dá para aparecer sem reserva, conforme a disponibilidade.</p>
<p>Quem nunca jogou não fica de fora: há professores particulares para grupos de quatro pessoas, a partir de £100 por pessoa, com reserva de uma semana de antecedência. Até as peças contam uma história: os conjuntos foram criados pelo ateliê de marcenaria de Hong Kong Start From Zero, em parceria com a Cathay Pacific, com madeira reciclada, peças verde-jade e detalhes inspirados na aviação.</p>
<p>A programação do festival vai além do jogo. Durante setembro, o restaurante oferece um almoço de três tempos por £48, com dim sum, prato principal, sorbet de manga e mooncakes caseiros, além de aulas de preparo de mooncake com a chef Ling Ling. E a ideia não ficou restrita a Londres: o Casa Velas, em Puerto Vallarta, no México, lançou em outubro as sessões Bubbles and Bams, que combinam partidas de mahjong com espumantes mexicanos e drinques às terças e quintas à noite.</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
Jogos tradicionais não precisam ficar no papel de elemento folclórico ou decorativo. Com horário fixo, mesa própria, gastronomia pensada para acompanhar e alguém para ensinar, eles viram motivo de encontro, abertos tanto a iniciantes quanto a quem já joga há anos. A cultura deixa de ser algo para olhar e passa a ser algo para viver junto, à mesa. Vale perguntar: que jogo, ritual ou tradição do seu destino poderia ganhar uma mesa, um cardápio e um dia da semana?</p>
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<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.peninsula.com/en/london/special-offers/dining/mahjong-mondays" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">The Peninsula London</a> | <a href="https://globetrender.com/2026/09/18/peninsula-london-sets-trend-mahjong-nights/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Globetrender</a></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39899 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/260810_PLN_Mahjong_087-75-1536x1152-700x525-1.jpg" alt="" width="700" height="525" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39902 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/260810_PLN_Mahjong_087-7-1536x1152-700x525-1.jpg" alt="" width="700" height="525" /></p>
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		<title>Room service que vira vitrine: o hotel como ponto de venda exclusivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pedir um hambúrguer pelo room service depois da meia-noite é um clássico de hotel. Pedir, pelo mesmo cardápio, uma camisa polo que só existe ali já é outra história. A rede The Hoxton, do portfólio da Ennismore, lançou com a Lacoste e o artista de Los Angeles Michael McGregor a coleção Room Service. São sete peças: uma polo Lacoste redesenhada, camisetas gráficas, moletons, pijamas masculinos e femininos e um roupão exclusivo. Os tamanhos são unissex, do XS ao XL, com preços a partir de £80, €95 ou US$ 120. A coleção chegou aos 19 hotéis da marca em 8 de setembro, em edição limitada, até esgotar. O que faz a diferença é a forma de comprar. Não existe loja online nem revenda: as peças aparecem num cardápio de room service criado especialmente para a ação, e o hóspede recebe no quarto o que escolheu. A única maneira de ter uma peça é estando lá. As ilustrações de McGregor partem justamente dos rituais de hotel, como fazer check-in, pedir room service e se acomodar no quarto, misturadas à paleta verde e branca da Lacoste. O artista também assinou um menu de in-room dining com o que costuma pedir quando está hospedado: cheeseburger com fritas, omelete francesa, club sandwich, Negroni clássico ou de mezcal e champanhe no lugar da sobremesa. “Se for depois da meia-noite, com certeza é um hambúrguer e um Negroni”, contou. Que aprendizado tiramos disso? O room service pode ser muito mais do que um canal de alimentação. Quando o hotel usa esse ponto de contato para oferecer algo exclusivo, ligado à cultura e à identidade da marca, ele vira plataforma de varejo e de lembrança. A compra acontece sem esforço, no conforto do quarto, e o hóspede leva para casa um mimo que só existe porque ele esteve ali. Vale pensar: que produto local, personalizado ou feito em parceria poderia chegar ao quarto do seu hóspede pelo mesmo caminho que chega o café da manhã? Fontes: Globetrender &#124; The Hoxton]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedir um hambúrguer pelo room service depois da meia-noite é um clássico de hotel. Pedir, pelo mesmo cardápio, uma camisa polo que só existe ali já é outra história.<br />
A rede The Hoxton, do portfólio da Ennismore, lançou com a Lacoste e o artista de Los Angeles Michael McGregor a coleção <em>Room Service</em>. São sete peças: uma polo Lacoste redesenhada, camisetas gráficas, moletons, pijamas masculinos e femininos e um roupão exclusivo. Os tamanhos são unissex, do XS ao XL, com preços a partir de £80, €95 ou US$ 120. A coleção chegou aos 19 hotéis da marca em 8 de setembro, em edição limitada, até esgotar.</p>
<p>O que faz a diferença é a forma de comprar. Não existe loja online nem revenda: as peças aparecem num cardápio de room service criado especialmente para a ação, e o hóspede recebe no quarto o que escolheu. A única maneira de ter uma peça é estando lá.</p>
<p>As ilustrações de McGregor partem justamente dos rituais de hotel, como fazer check-in, pedir room service e se acomodar no quarto, misturadas à paleta verde e branca da Lacoste. O artista também assinou um menu de in-room dining com o que costuma pedir quando está hospedado: cheeseburger com fritas, omelete francesa, club sandwich, Negroni clássico ou de mezcal e champanhe no lugar da sobremesa. “Se for depois da meia-noite, com certeza é um hambúrguer e um Negroni”, contou.</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>O room service pode ser muito mais do que um canal de alimentação. Quando o hotel usa esse ponto de contato para oferecer algo exclusivo, ligado à cultura e à identidade da marca, ele vira plataforma de varejo e de lembrança. A compra acontece sem esforço, no conforto do quarto, e o hóspede leva para casa um mimo que só existe porque ele esteve ali. Vale pensar: que produto local, personalizado ou feito em parceria poderia chegar ao quarto do seu hóspede pelo mesmo caminho que chega o café da manhã?</p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fontes: <a href="https://globetrender.com/2026/09/18/the-hoxton-lacoste-room-service-fashion-collection/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Globetrender</a> | <a href="https://thehoxton.com/the-localist/lacoste-room-service-michaelmcgregor/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">The Hoxton</a></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39893 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/000017990018crop-4x5-2-1228x1536-700x876-1.jpg" alt="" width="700" height="876" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39887 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/000017980001-15crop-4x5-1-1229x1536-700x875-1.jpg" alt="" width="700" height="875" /></p>
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		<title>Philippe Starck e o luxo como comunidade: o projeto ASerra, em Melides</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 20:20:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Foi amor à primeira vista.” É assim que o designer Philippe Starck descreve sua relação com Portugal. Ao conhecer o terreno na Serra de Grândola, perto de Melides, no Alentejo, a reação foi parecida: “É isso. Acho que finalmente estamos em casa”. O resultado é o ASerra, um empreendimento em uma propriedade de 85 hectares com inauguração do hotel prevista para o segundo trimestre de 2028. O projeto reúne um hotel de 25 suítes, cada uma com 70 m² internos e 90 m² de terraço, 12 delas com piscina privativa, e 22 villas privadas com serviço de hotel, vendidas na planta a partir de €6 milhões. A grande ideia está no formato. O ASerra reinterpreta a aldeia tradicional portuguesa: estruturas minerais ocupam o topo da colina e, mais abaixo, fica uma vila de madeira com uma rua principal elevada. Em vez de separar hotel e residências, tudo funciona como uma experiência de hospitalidade integrada. A vida da aldeia gira em torno de um restaurante farm-to-table com horta, um café com lojinha estilo mercado, piscina central com bar, ateliê de arte e estúdios criativos, spa e Yoga Shala, oficinas de pintura, cerâmica, escultura, desenho e culinária, um jardim para crianças e quadras de tênis, padel e petanca. “Cada espaço, cada detalhe, cada material precisa contar uma história”, resume Starck. &#160; Que aprendizado tiramos disso? O futuro do luxo pode estar menos na exclusividade isolada, da villa fechada em si mesma, e mais na criação de uma comunidade cuidadosamente curada. No ASerra, o que se oferece não é só um quarto ou uma casa, mas uma vida de aldeia: lugares de encontro, atividades criativas, comida da horta, rotina compartilhada. Para a hospitalidade, a referência vale para projetos de qualquer porte: os espaços comuns e a programação podem ser tão centrais quanto a acomodação. Fonte: Wallpaper*]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Foi amor à primeira vista.” É assim que o designer Philippe Starck descreve sua relação com Portugal. Ao conhecer o terreno na Serra de Grândola, perto de Melides, no Alentejo, a reação foi parecida: “É isso. Acho que finalmente estamos em casa”.<br />
O resultado é o ASerra, um empreendimento em uma propriedade de 85 hectares com inauguração do hotel prevista para o segundo trimestre de 2028. O projeto reúne um hotel de 25 suítes, cada uma com 70 m² internos e 90 m² de terraço, 12 delas com piscina privativa, e 22 villas privadas com serviço de hotel, vendidas na planta a partir de €6 milhões.</p>
<p>A grande ideia está no formato. O ASerra reinterpreta a aldeia tradicional portuguesa: estruturas minerais ocupam o topo da colina e, mais abaixo, fica uma vila de madeira com uma rua principal elevada. Em vez de separar hotel e residências, tudo funciona como uma experiência de hospitalidade integrada. A vida da aldeia gira em torno de um restaurante farm-to-table com horta, um café com lojinha estilo mercado, piscina central com bar, ateliê de arte e estúdios criativos, spa e Yoga Shala, oficinas de pintura, cerâmica, escultura, desenho e culinária, um jardim para crianças e quadras de tênis, padel e petanca.</p>
<p>“Cada espaço, cada detalhe, cada material precisa contar uma história”, resume Starck.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>O futuro do luxo pode estar menos na exclusividade isolada, da villa fechada em si mesma, e mais na criação de uma comunidade cuidadosamente curada. No ASerra, o que se oferece não é só um quarto ou uma casa, mas uma vida de aldeia: lugares de encontro, atividades criativas, comida da horta, rotina compartilhada. Para a hospitalidade, a referência vale para projetos de qualquer porte: os espaços comuns e a programação podem ser tão centrais quanto a acomodação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39932 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aserra.png" alt="" width="700" height="350" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39933 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aserra2.png" alt="" width="700" height="387" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.wallpaper.com/travel/hotels/first-look-philippe-starck-aserra-melides-portugal" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Wallpaper*</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Emirates levou a cabine do A380 para o US Open</title>
		<link>https://disque9.com.br/a-emirates-levou-a-cabine-do-a380-para-o-us-open/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:29:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Patrocínio de evento costuma lembrar logo no telão e decoração com as cores da marca, mas nos seus 15 anos como companhia aérea oficial do US Open, a Emirates foi por outro caminho: em vez de decorar o espaço, levou para dentro do estádio a experiência de voar com ela. No Arthur Ashe Stadium, a companhia montou uma suíte de hospitalidade de 1.579 pés quadrados, cerca de 147 m², que reproduz a estética das suas cabines premium: tons modernos, acabamentos que imitam madeira e assentos de couro creme. A novidade deste ano foi o bar em formato de ferradura, uma recriação do famoso lounge do andar superior do A380, que está em serviço nos aviões desde 2008. Convidados e celebridades acompanharam as partidas com vista para a quadra, comida e bebidas selecionadas. O movimento também aconteceu no sentido contrário. Durante o torneio, os voos da Emirates em rotas selecionadas dos Estados Unidos ganharam porta-copos e capas de encosto de cabeça do US Open, além de transmissão ao vivo dos jogos no sistema de entretenimento de bordo. O cardápio entrou no clima com lobster rolls e cheesecake nova-iorquino na classe executiva, doces em forma de bola de tênis em todas as cabines e o Honey Deuce, drinque com GREY GOOSE. Para o público, houve ainda o Emirates Day, em 31 de agosto, com bolas autografadas pelos jogadores lançadas à torcida pela tripulação, valendo passagens como prêmio. &#160; Que aprendizado tiramos disso? Experiências de marca em eventos estão deixando de depender de logos e decoração temática. O caminho mais forte é transportar aquilo que caracteriza a experiência original da marca para outro ambiente: o bar, o assento, o serviço, o sabor. Para um hotel ou restaurante, a pergunta é o que, na sua experiência, é tão reconhecível que poderia ser levado para um evento, um parceiro ou outro espaço e ainda assim ser imediatamente associado a você. Fonte: Emirates &#124; Trend Hunter]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Patrocínio de evento costuma lembrar logo no telão e decoração com as cores da marca, mas nos seus 15 anos como companhia aérea oficial do US Open, a Emirates foi por outro caminho: em vez de decorar o espaço, levou para dentro do estádio a experiência de voar com ela.</p>
<p>No Arthur Ashe Stadium, a companhia montou uma suíte de hospitalidade de 1.579 pés quadrados, cerca de 147 m², que reproduz a estética das suas cabines premium: tons modernos, acabamentos que imitam madeira e assentos de couro creme. A novidade deste ano foi o bar em formato de ferradura, uma recriação do famoso lounge do andar superior do A380, que está em serviço nos aviões desde 2008. Convidados e celebridades acompanharam as partidas com vista para a quadra, comida e bebidas selecionadas.</p>
<p>O movimento também aconteceu no sentido contrário. Durante o torneio, os voos da Emirates em rotas selecionadas dos Estados Unidos ganharam porta-copos e capas de encosto de cabeça do US Open, além de transmissão ao vivo dos jogos no sistema de entretenimento de bordo. O cardápio entrou no clima com lobster rolls e cheesecake nova-iorquino na classe executiva, doces em forma de bola de tênis em todas as cabines e o Honey Deuce, drinque com GREY GOOSE. Para o público, houve ainda o Emirates Day, em 31 de agosto, com bolas autografadas pelos jogadores lançadas à torcida pela tripulação, valendo passagens como prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>Experiências de marca em eventos estão deixando de depender de logos e decoração temática. O caminho mais forte é transportar aquilo que caracteriza a experiência original da marca para outro ambiente: o bar, o assento, o serviço, o sabor. Para um hotel ou restaurante, a pergunta é o que, na sua experiência, é tão reconhecível que poderia ser levado para um evento, um parceiro ou outro espaço e ainda assim ser imediatamente associado a você.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39943 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/800_2026usopenemiratessuite46.jpg" alt="" width="700" height="438" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-39938 size-large" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/800_01.1_ek_180825.jpg" alt="" width="700" height="466" /></p>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://www.emirates.com/media-centre/emirates-marks-15-years-as-official-airline-partner-of-the-us-open-serving-fly-better-fan-experiences-and-premium-hospitality/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Emirates</a> | <a href="https://www.trendhunter.com/trends/arthur-ashe-stadium" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Trend Hunter</a></p>
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		<title>Lore tripping: a Geração Z quer viajar atrás de boas histórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:36:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma lenda local, uma tradição curiosa, uma história que só faz sentido quando contada no lugar onde aconteceu: é isso que está levando a Geração Z a escolher destinos nos Estados Unidos, segundo o Airbnb, que deu nome ao movimento: lore tripping. &#160; Numa pesquisa online feita pela Focaldata em julho de 2026, com 2 mil adultos americanos (183 deles da Geração Z), 90% dos jovens disseram que cidades pequenas e destinos fora do radar os atraem para as viagens do outono. Preço acessível, cultura local autêntica e atrações inusitadas pesam na escolha. Nas buscas da Geração Z no Airbnb para a temporada, quase metade dos destinos em alta são cidades pequenas. As buscas por Twentynine Palms, na Califórnia, cresceram mais de 50% em relação ao ano anterior; por Hot Springs, no Arkansas, 30%; e por Helen, na Geórgia, 15%. &#160; As histórias são o grande atrativo. Point Pleasant, na Virgínia Ocidental, gira em torno do Mothman, uma criatura alada que teria sido vista em 1966 e hoje tem museu, estátua e festival anual. Gibsonton, na Flórida, conhecida como Gibtown, foi base de artistas de circo e de parques itinerantes na entressafra. Williams, no Arizona, foi a última cidade da Route 66 a ser contornada pela rodovia interestadual e mantém letreiros de neon, diners antigos e um trem até o Grand Canyon. Já Helen, na Geórgia, e Leavenworth, em Washington, são antigas cidades madeireiras que se reinventaram com arquitetura alpina e bávara. &#160; Para o Heritage Tourism Studio, o lore tripping é, na prática, o turismo de patrimônio com um nome novo, um campo que usa histórias ligadas ao lugar para atrair visitantes há décadas. A recomendação da autora, Heidi Schlag, é que cada comunidade identifique aquilo que tem de específico e trabalhe em parceria com museus, organizações de patrimônio e órgãos de turismo para pesquisar, conectar e divulgar essas histórias. &#160; Que aprendizado tiramos disso? O viajante não busca apenas atrações famosas. Ele procura narrativas que possa descobrir, compartilhar e transformar em memória, e isso abre espaço para destinos e negócios fora dos grandes centros. Para hotéis, restaurantes e operadores, a história do lugar pode ser um ativo: algo a pesquisar, organizar e contar bem, seja num roteiro, num cardápio ou na conversa da recepção. Que história só a sua cidade, ou o seu prédio, tem para contar? &#160; Fonte: Globetrender &#124; Heritage Tourism Studio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma lenda local, uma tradição curiosa, uma história que só faz sentido quando contada no lugar onde aconteceu: é isso que está levando a Geração Z a escolher destinos nos Estados Unidos, segundo o Airbnb, que deu nome ao movimento: lore tripping.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa pesquisa online feita pela Focaldata em julho de 2026, com 2 mil adultos americanos (183 deles da Geração Z), 90% dos jovens disseram que cidades pequenas e destinos fora do radar os atraem para as viagens do outono. Preço acessível, cultura local autêntica e atrações inusitadas pesam na escolha. Nas buscas da Geração Z no Airbnb para a temporada, quase metade dos destinos em alta são cidades pequenas. As buscas por Twentynine Palms, na Califórnia, cresceram mais de 50% em relação ao ano anterior; por Hot Springs, no Arkansas, 30%; e por Helen, na Geórgia, 15%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As histórias são o grande atrativo. Point Pleasant, na Virgínia Ocidental, gira em torno do Mothman, uma criatura alada que teria sido vista em 1966 e hoje tem museu, estátua e festival anual. Gibsonton, na Flórida, conhecida como Gibtown, foi base de artistas de circo e de parques itinerantes na entressafra. Williams, no Arizona, foi a última cidade da Route 66 a ser contornada pela rodovia interestadual e mantém letreiros de neon, diners antigos e um trem até o Grand Canyon. Já Helen, na Geórgia, e Leavenworth, em Washington, são antigas cidades madeireiras que se reinventaram com arquitetura alpina e bávara.</p>
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<p>Para o Heritage Tourism Studio, o lore tripping é, na prática, o turismo de patrimônio com um nome novo, um campo que usa histórias ligadas ao lugar para atrair visitantes há décadas. A recomendação da autora, Heidi Schlag, é que cada comunidade identifique aquilo que tem de específico e trabalhe em parceria com museus, organizações de patrimônio e órgãos de turismo para pesquisar, conectar e divulgar essas histórias.</p>
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<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong><br />
O viajante não busca apenas atrações famosas. Ele procura narrativas que possa descobrir, compartilhar e transformar em memória, e isso abre espaço para destinos e negócios fora dos grandes centros. Para hotéis, restaurantes e operadores, a história do lugar pode ser um ativo: algo a pesquisar, organizar e contar bem, seja num roteiro, num cardápio ou na conversa da recepção. Que história só a sua cidade, ou o seu prédio, tem para contar?</p>
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<figure id="attachment_39911" aria-describedby="caption-attachment-39911" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39911 size-full" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mothman-statue.jpg" alt="" width="500" height="485" /><figcaption id="caption-attachment-39911" class="wp-caption-text">Estátua do Mothman, a criatura alada de Point Pleasant</figcaption></figure>
<p data-lfile-container="23fbef5e-446a-4300-9a6a-be711b1770fb" data-pm-slice="1 1 []">Fonte: <a href="https://globetrender.com/2026/09/04/airbnb-identifies-lore-tripping-as-gen-z-travel-trend/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Globetrender</a> | <a href="https://www.heritagetourismstudio.com/post/lore-tripping" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Heritage Tourism Studio</a></p>
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		<title>Marcas relevantes não convencem, elas participam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 14:33:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Lidl, rede internacional de supermercados conhecida por unir qualidade e preço acessível, tem mostrado como transformar tendências em experiências reais de consumo, por dois caminhos bem diferentes. O primeiro foi no Tomorrowland, considerado o maior festival de música eletrônica do mundo e um dos eventos mais assistidos globalmente, reunindo centenas de milhares de pessoas na Bélgica todos os anos. Ali, o Lidl abriu mão do papel tradicional de patrocinador, aquele que só estampa logo em telão, e instalou mercados, padarias e pontos gratuitos de alimentos frescos dentro do festival. A marca deixou de “interromper” a experiência do público para se tornar parte dela. Na Holanda, a lógica se repetiu, mas em outro contexto. Dados de uma universidade holandesa, citados pelo próprio Lidl, mostram que apenas duas em cada cinco crianças no país consomem frutas e vegetais na quantidade recomendada. Em resposta, a rede lançou a campanha Snackpret (&#8220;diversão em lanche&#8221;), direcionada a pais e filhos de 4 a 10 anos: uma série de receitas simples ensina a transformar frutas e vegetais em criações lúdicas e econômicas, como uma &#8220;tartaruga&#8221; de maçã com uvas. A proposta, nas palavras do gerente de marketing da rede, foi inverter a regra de que &#8220;não se deve brincar com a comida&#8221;, usando a brincadeira para apresentar novos sabores às crianças. Nos dois casos, o Lidl optou por um caminho menos óbvio: em vez de comunicar um valor, construiu o contexto para que esse valor acontecesse na prática. A marca não disse o que as pessoas deveriam fazer, criou as condições para que elas quisessem fazer por conta própria. Que aprendizado tiramos disso? As marcas que vão se destacar não serão as que falam mais alto sobre um tema, mas as que encontrarem um papel genuíno no dia a dia das pessoas. Inovar, nesse sentido, não é só acompanhar tendências, é saber transformá-las em experiências que gerem valor para quem consome e como consequência, para o negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Lidl, rede internacional de supermercados conhecida por unir qualidade e preço acessível, tem mostrado como transformar tendências em experiências reais de consumo, por dois caminhos bem diferentes.<br />
O primeiro foi no Tomorrowland, considerado o maior festival de música eletrônica do mundo e um dos eventos mais assistidos globalmente, reunindo centenas de milhares de pessoas na Bélgica todos os anos. Ali, o Lidl abriu mão do papel tradicional de patrocinador, aquele que só estampa logo em telão, e instalou mercados, padarias e pontos gratuitos de alimentos frescos dentro do festival. A marca deixou de “interromper” a experiência do público para se tornar parte dela.</p>
<p>Na Holanda, a lógica se repetiu, mas em outro contexto. Dados de uma universidade holandesa, citados pelo próprio Lidl, mostram que apenas duas em cada cinco crianças no país consomem frutas e vegetais na quantidade recomendada. Em resposta, a rede lançou a campanha Snackpret (&#8220;diversão em lanche&#8221;), direcionada a pais e filhos de 4 a 10 anos: uma série de receitas simples ensina a transformar frutas e vegetais em criações lúdicas e econômicas, como uma &#8220;tartaruga&#8221; de maçã com uvas. A proposta, nas palavras do gerente de marketing da rede, foi inverter a regra de que &#8220;não se deve brincar com a comida&#8221;, usando a brincadeira para apresentar novos sabores às crianças.</p>
<p>Nos dois casos, o Lidl optou por um caminho menos óbvio: em vez de comunicar um valor, construiu o contexto para que esse valor acontecesse na prática. A marca não disse o que as pessoas deveriam fazer, criou as condições para que elas quisessem fazer por conta própria.</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>As marcas que vão se destacar não serão as que falam mais alto sobre um tema, mas as que encontrarem um papel genuíno no dia a dia das pessoas. Inovar, nesse sentido, não é só acompanhar tendências, é saber transformá-las em experiências que gerem valor para quem consome e como consequência, para o negócio.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-39878" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/n9bQeWB5.png" alt="" /></p>
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		<title>Vale a pena sair hoje? A ORB responde em tempo real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[disque9]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:54:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Saber o que está rolando numa cidade tem seu valor. Mas que tal saber na hora se vale mesmo a pena viver aquela experiência? Uma startup nigeriana, a ORB, nasceu desse pensamento. A plataforma, lançada recentemente em versão teste, reúne mapas de calor da vida noturna em tempo real (dá pra ver o que está movimentado ou não), compra de ingressos, reserva de mesas, interação social e até envio de bebidas entre usuários. A vida noturna deixa de ser só um roteiro fixo e passa a ser construída em tempo real. O valor não está apenas em indicar onde ir, mas em ativar o efeito de rede social. E não só aquele que já existe nos celulares, mas o que acontece no mundo físico. Criar espaços onde as pessoas interagem entre si, compartilham descobertas e mudam a dinâmica da experiência é o que dá valor ao produto. Quanto mais gente participa, mais valiosa a plataforma se torna. A ideia inspira por dois motivos: o fator social e a cocriação com a comunidade. Afinal, é ela a maior interessada em ter um app assim funcionando bem para orientar boas escolhas de lazer e entretenimento. Isso também abre espaço para as marcas: além de conectar pessoas ao ambiente digital, elas podem criar oportunidades para conexões mais autênticas, comunidades mais engajadas e momentos em que a tela funciona como suporte, não como protagonista. Que aprendizado tiramos disso? Em hospitalidade e turismo, vale pensar menos em jornadas prontas e mais em vivências abertas à participação. Incentivar hóspedes e viajantes a compartilhar descobertas em tempo real, influenciar roteiros e interagir entre si transforma cada visita em algo único. O destino deixa de ser só entregue pela marca e passa a ser construído também por quem o vivencia. Fonte da imagem: Unsplash]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saber o que está rolando numa cidade tem seu valor. Mas que tal saber na hora se vale mesmo a pena viver aquela experiência?</strong></p>
<p>Uma startup nigeriana, a ORB, nasceu desse pensamento. A plataforma, lançada recentemente em versão teste, reúne mapas de calor da vida noturna em tempo real (dá pra ver o que está movimentado ou não), compra de ingressos, reserva de mesas, interação social e até envio de bebidas entre usuários. A vida noturna deixa de ser só um roteiro fixo e passa a ser construída em tempo real.</p>
<p>O valor não está apenas em indicar onde ir, mas em ativar o efeito de rede social. E não só aquele que já existe nos celulares, mas o que acontece no mundo físico. Criar espaços onde as pessoas interagem entre si, compartilham descobertas e mudam a dinâmica da experiência é o que dá valor ao produto. Quanto mais gente participa, mais valiosa a plataforma se torna.</p>
<p>A ideia inspira por dois motivos: o fator social e a cocriação com a comunidade. Afinal, é ela a maior interessada em ter um app assim funcionando bem para orientar boas escolhas de lazer e entretenimento. Isso também abre espaço para as marcas: além de conectar pessoas ao ambiente digital, elas podem criar oportunidades para conexões mais autênticas, comunidades mais engajadas e momentos em que a tela funciona como suporte, não como protagonista.</p>
<p><strong>Que aprendizado tiramos disso?</strong></p>
<p>Em hospitalidade e turismo, vale pensar menos em jornadas prontas e mais em vivências abertas à participação. Incentivar hóspedes e viajantes a compartilhar descobertas em tempo real, influenciar roteiros e interagir entre si transforma cada visita em algo único. O destino deixa de ser só entregue pela marca e passa a ser construído também por quem o vivencia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-39861" src="https://disque9.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TcFVuIA3.jpeg" alt="" /></p>
<p><em>Fonte da imagem: Unsplash</em></p>
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